Lamento do EspantalhoO espantalho que um dia se apaixonou pela ave mais pura e bela de todo o campo de sementes de luz
Olhos de TernuraMinha amada, quando o sol amanhece para te beijar a face, teus olhos são como dois pássaros da manhã, a cantarem luz entre as folhas do teu sorriso.
Sal e LuzUm poema porque hoje chorei tanto que o sal da lágrima secou em meus olhos abertos. Fez foi arder.
Grão MiúdoUm pequeno poema sobre o poder dos começos sutis, o amor silencioso e a ternura que brota no coração dos amáveis.
Meu amigo silfoPoema sobre o meu amigo Silfo, o espírito do vento, amizade de infância em Roraima. Emoção, natureza e memória no Cauamé.
A bondade respiraPequena reflexão sobre a bondade espontânea da natureza e do ser humano, um dom que se doa sem pedir, como luz, chuva ou sombra no caminho.
Soneto de José, o anti-amadoSoneto melancólico sobre José, alma solitária sem amor, rejeitado pelos deuses e perdido nas sombras da vida.
Sábios Conselhos AbsurdosDisse o espantalho ao Anum: entender não é difícil. Difícil é entender e continuar de pé.
Folha do CaimbéPoema sobre o caimbé, planta resistente no lavrado roraimense, a força que vira lenda.
Catarse da inexistênciaPoema sobre a ausência do ser e a esperança de renascer em luz, um lamento existencial entre o nada e o silêncio.
O silêncio dos amáveisPoema sobre o amor silencioso e a gratidão à vida, o silêncio dos amáveis como canto da alma e do espírito.